Equipes do Ministério do Meio Ambiente finalizaram, nesta sexta-feira (31), vistoria aos projetos de combate ao desmatamento desenvolvidos nos dois estados

Ações de combate ao desmatamento do Cerrado estão em curso na Bahia e no Piauí. Equipes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) finalizaram, nesta sexta-feira (31), vistoria aos projetos de combate ao desmatamento desenvolvidos nos dois estados.

A visita faz parte das atividades do Programa Cerrado, iniciativa em parceria com o Reino Unido e o Banco Mundial que objetiva contribuir para a redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa no bioma. 

Em Salvador, a missão do MMA e do Banco Mundial supervisionou o projeto desenvolvido em parceria com o estado da Bahia, assinado em setembro deste ano.

Integrado ao Programa Cerrado, o projeto visa o desenvolvimento do Cadastramento Ambiental Rural (CAR) dos imóveis da região e o combate e prevenção de incêndios florestais. 

Atribuições 

No Piauí, as visitas abrangeram os municípios de Uruçuí, Baixa Grande do Ribeiro e Ribeiro Gonçalves para apresentação e definição de atribuições junto aos atores locais, ação importante para garantir o sucesso do projeto no estado. A missão de supervisão do projeto no Piauí foi realizada em agosto deste ano em Teresina e impulsionou o Piauí na implantação do CAR. 

Segundo o diretor de Políticas para o Combate ao Desmatamento do MMA, Francisco Oliveira, esses projetos colaboram com a implantação do CAR e de ações de combate a incêndios florestais em municípios prioritários do cerrado, que acumulam altas taxas de desmatamento e área significativa de vegetação remanescente.

Saiba mais 

O Programa de Redução do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado Brasileiro (Programa Cerrado) apoia a implantação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado), um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). É executado sob a coordenação geral do MMA, com recursos de doação do governo do Reino Unido administrados pelo Banco Mundial. 

O objetivo geral é contribuir para a mitigação da mudança do clima no Cerrado e para a melhoria da gestão ambiental e dos recursos naturais na região por meio de políticas e práticas adequadas de produção rural. O programa está dividido em dois componentes: a regularização ambiental rural e a prevenção e combate a incêndios florestais.

Além dos projetos vistoriados na Bahia e no Piauí, há um de monitoramento das queimadas, vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e outro de apoio à coordenação e à implantação de políticas nacionais redução do desmatamento e dos incêndios florestais no Cerrado, ligado ao MMA e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

 

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Região é adornada de ipês-amarelos, pacaris, buritizeiros, e conta com a presença do lobo-guará, arara-vermelha e outras espécies

O cenário tão bem descrito por Guimarães Rosa no romance modernista "Grande Sertão Veredas" pode ser conhecido em seus encantos e mistérios no Parque Nacional que atende pelo mesmo nome da obra.

Ao norte de Minas Gerais, o Grande Sertão Veredas da vida real é adornado de ipês-amarelos, pacaris, buritizeiros e espécies típicas do Cerrado. Lá, a suçuarana, lobo-guará, arara-vermelha e outras espécies do centro oeste brasileiro encontram refúgio entre os chapadões do planalto.

Isolado, o Parque Nacional é propício para a prática de trilhas e para o turista que preza por uma postura preservacionista. No Grande Sertão Veredas está localizado o Chapadão Central, que divide as bacias dos rios São Francisco e Tocantins.

A vida não teme o sertão e pulsa forte e confortável com as características geográficas do Cerrado. Praias formam-se ao longo do rio Carinhanha e nos limites do parque ainda é possível desfrutar de algumas corredeiras e cachoeiras. Uma das mais famosas é a cachoeira do Mato Grande, composta por uma sequência de quedas que se transformam em pequenos poços.

Saiba muito mais sobre esse patrimônio brasileiro acessando o endereço

 

Fonte: Portal Brasil

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WWF-Brasil, por meio do Programa Cerrado Pantanal, aEmbrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília/DF), oInstituto Sociedade População e Natureza (ISPN) e dezenas de agricultores do Cerrado lançam no dia 13 de novembro de 2014, a publicação "Agricultores que cultivam árvores no Cerrado". O evento acontece às 16 horas, no Centro de Referência em Conservação da Natureza e Recuperação de Áreas Degradadas (CRAD) da Universidade de Brasília (UnB).Clique aqui para baixar o livro (arquivo PDF - 10,14 Mb).


Créditos: DivulgaçãoClique na imagem para vê-la no seu tamanho original.


O livro tem como proposta registrar e compartilhar técnicas e práticas de cultivo de árvores no bioma Cerrado desenvolvidas ou aprimoradas por agricultores. A publicação busca estimular a conservação e a restauração dos recursos naturais relatando as histórias, motivações e ciências dos agricultores no uso de técnicas adaptadas às condições locais, no reconhecimento de seus saberes e de sua capacidade de inovar.

A publicação, em formato de brochura, contém 163 páginas e está dividida em 14 capítulos. Conta com fotografias que ilustram as histórias e o processo de construção do livro. O material já está disponível para download.

Segundo o analista de conservação doWWF-Brasil, Vinicius Pereira, o projeto teve início em 2010 com o nome "Agricultores que plantam árvores no Cerrado", mas com o passar do tempo foi alterado para "Agricultores que cultivam árvores no Cerrado", oferecendo uma visão mais ampla, que envolve não somente o plantio, mas também o manejo e demais práticas associadas.

Processo de construção

"Em 2011, foi realizado o seminário "Agricultores que plantam árvores no Cerrado" que contou com a participação de 30 agricultores, representando os estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Maranhão, Tocantins, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Para o livro foram selecionadas 12 experiências destas e acrescidas mais duas de agricultores que não puderam participar. Ao todo são 14 relatos, sendo seis de Mato Grosso; cinco do Maranhão; duas do Tocantins e um de Minas Gerais", explicou Vinicius Pereira.

WWF-Brasil contribuiu no processo de sistematização destas 14 experiências. Além disso, tem cooperado com a divulgação e disseminação das experiências apresentadas no livro.

Na publicação, o agricultor é sujeito ativo e principal que com apoio de uma rede de instituições parceiras, consegue colocar a sua capacidade de inovar e seus saberes em ação. É uma lógica inversa ao modelo convencional, onde o agricultor é um sujeito passivo e coadjuvante que "recebe" técnicas e conhecimento de alguém. "Durante o Seminário realizado em 2011, os agricultores receberam certificados como agricultores-pesquisadores valorizando os seus saberes e suas práticas", ressaltou o analista de conservação do WWF-Brasil

Cultivadores do Cerrado

Uma história que não entrou no livro e demonstra a relação dos agricultores com o bioma Cerrado é a de João Botelho Moura, morador do projeto de Assentamento Manah em Canabrava do Norte, na região do Araguaia mato-grossense e mais conhecido por "João Bode".

O senhor de mais de 70 anos foi visto com um estilingue nas mãos. A primeira impressão de quem não o conhece é que seu João, um plantador e cuidador de árvores, seria um exterminador de pássaros.

Questionado porque estava com o instrumento, ele deu um sorriso maroto seguido de uma grande gargalhada, e explicou que o estilingue era para facilitar a vida. "Antes eu ia ao brejo, plantar os buritis e ficava lá enterrando as sementes com minha bota e sujando ela. Agora eu planto é daqui. Pego as sementes de buriti e começo a atirá-las rumo à beira do rio. Não é que nasce um monte!", contou com mais uma grande gargalhada o senhor João.

FONTE: WWF Brasil (14/11/2014)

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A agricultura familiar da Área de Proteção Ambiental (APA) Nascentes do Rio Vermelho (GO) está envelhecendo. Com poucos atrativos econômicos na região, os jovens estão saindo dos assentamentos de Mambaí, no estado de Goiás. Para mudar as perspectivas de futuro desta população, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está apoiando o projeto "Agroflorestas do Cerrado: alternativa econômica e conservação da sociobiodiversidade no nordeste goiano", que incentiva a agricultura familiar dentro da Unidade de Conservação (UC).

O projeto surgiu como uma fonte de renda e de esperança para as famílias que vivem na região. "As pessoas aqui passavam o dia sem ter muito o que fazer. Hoje eles plantam, colhem, comem e ainda vendem o que produzem", contou o vice-presidente da Associação de Agricultores do Assentamento do Atoleiro, João Paulo Vieira da Silva.

Essa é uma proposta que dissemina conceitos e técnicas agroflorestais como forma de fortalecer os assentamentos. Pelo projeto, as famílias assentadas na Unidade de Conservação aprendem os conceitos e técnicas básicas dos Sistemas Agroflorestais (SAFs), como a cobertura do solo, a extratificação florestal e a diversidade biológica. Elas recebem também os insumos necessários para o plantio como sementes, mudas e adubo.

"Todos estes benefícios acabam se pulverizando para além do assentamento contemplado, pois os agricultores influenciam seus parentes, amigos, as escolas visitam as áreas, disseminando os conhecimentos e práticas para outras comunidades", contou Eduardo Barroso, um dos idealizadores do projeto e chefe-substituto da Área de Proteção Ambiental Nascentes do Rio Vermelho.

Para os agricultores da APA que possuem lotes pequenos com terra fraca e pouca água, o projeto trouxe a possibilidade de plantar com qualidade. "O material orgânico trazido pela equipe do projeto me ajuda muito. Hoje eu planto milho, mandioca, cana-de-açúcar", comemorou o agricultor Rosalino Ribeiro.

Entre as vantagens oferecidas à natureza pelo projeto estão a recuperação de áreas degradadas, criação de novos corredores ecológicos, recuperação da umidade do solo e da infiltração da água da chuva, combate a erosão do solo, recuperação de nascentes, regulação do micro-clima e prevenção de incêndios florestais.

O projeto O projeto "Agroflorestas do Cerrado: alternativa econômica e conservação da sociobiodiversidade no nordeste goiano" surgiu a partir do contato do ICMBio com os Projetos de Assentamentos localizados dentro da APA Nascentes do Rio Vermelho e de um diagnóstico simplificado realizado pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB/CDS).

A partir deste diagnóstico, uma série de iniciativas se desenvolveram para fortalecer a agricultura familiar dentro da APA. O próximo passo foi estabelecer uma estratégia para focar em uma comunidade pequena, para as soluções serem testadas e, se for o caso, expandidas para o entorno da UC.

A proposta é patrocinada pelo Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), em que a Associação Atoleiro inscreveu e aprovou o projeto "Agroflorestas do Cerrado".

Sobre a Unidade de Conservação A APA Nascentes do Rio Vermelho foi criada em 2001 para proteger o patrimônio espeleológico composto por mais de 150 cavernas já catalogadas, dentre elas as maiores do estado de Goiás, além de gerar alternativas socioeconômicas que promovam o uso sustentável dos recursos naturais da região, seja por meio do ecoturismo ou da agroecologia.

A UC abrange os municípios de Mambaí, Damianópolis, Buritinópolis e Posse, no Estado de Goiás. Nela, vivem cerca de 250 famílias em 7 Projetos de Assentamento, além de uma população com grande presença e influência da Agricultura Familiar.

 

Fonte: ICMBio (14/11/2014)

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O filme, "Cerrado Além da Névoa", que retrata a flora e fauna do Parque Nacional das Emas em Goiás, importante área de preservação do bioma do Cerrado, acaba de ganhar o prêmio na categoria "Criatividade Artística" no Festival Internacional de Artes, Ecologia e Turismo cediado na Romênia. 

Além desse seu 7º prêmio, o filme ganhou também a Menção Honrosa no Yosemite International Film Festival no USA "pela sua originalidade, imaginação e profissionalismo", como apontou o juri.

Film by
Christian Spencer, Marc Egger, Gibby Zobel
Edited by
Christian Spencer and Gibby Zobel
Original Music
Christian Spencer

trailer
http://www.youtube.com/watch?v=NMr4h0tA9z0


CERRADO, Além da Névoa

O filme “CERRADO, Além da Névoa” leva o espectador a um dos mais belos e menos conhecidos ecossistemas do mundo, localizado no centro do Brasil.

Como uma pintura impressionista, exaltando a cor e luz desse lugar, o filme transcorre como um mito de criação passando pelos elementos criadores como a água, a terra, o ar e o fogo, e as impressionantes criaturas que habitam essas planícies.

O filme apresenta um novo gênero de documentário, onde a poderosa beleza natural e o mistério do lugar aliados a visão artística e a pulsante trilha sonora original constroem e ditam o roteiro.

O Parque Nacional das Emas é lar de alguns dos mais incríveis animais do mundo, como o Tatu canastra, Tamanduá Bandeira e o Lobo Guará, além de fenômenos naturais que só ocorrem nesta especifica parte do Brasil, como a Bioluminecência e as milhares de aranhas comunitárias.

“CERRADO, além da Névoa” é uma incrível explosão de vida, cores e mistério, uma reverência a natureza como sendo uma eterna e mais bela obra de arte já criada.

 

(13/11/2014)

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A Caatinga e o Cerrado não são considerados Patrimônio Nacional pela Constituição Brasileira. O que significa que 1/3 do nosso território e da biodiversidade associada estão esquecidos. O Senado já aprovou o texto da PEC 504/2010, que coloca a Caatinga e o Cerrado no mesmo nível de importância dos demais biomas do Brasil. E hoje (04), às 16h, a Câmara dos Deputados deverá votar a PEC 504/10. Ligue, envie um e-mail (seguindo modelo abaixo) e/ou faça uma visita ao(a) seu(sua) deputado(a) e peça para que ele vote pela preservação desses dois biomas.

 

Prezado(a) Deputado(a),

Venho, através desta, expressar o meu apoio à aprovação da PEC 504/2010 que elevará os biomas Cerrado e Caatinga à Patrimônio Nacional. A Proposta está aguardando votação há 18 anos.

O Senado já aprovou o texto da PEC, publicado no Diário da Câmara dos Deputados de 04 de Agosto de 2010. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados também já se posicionaram de forma favorável à admissibilidade da proposta. Agora falta a Câmara dos Deputados priorizar a votação da PEC 504/10 e aprová-la, visto que o texto proposto pela própria casa não sofreu alteração no senado. Há a possibilidade que a PEC seja colocada em votação na próxima semana, de 8 a 10 de julho de 2014.

Sendo assim, peço ao senhor (a) deputado (a) que colabore para que alcancemos essa importante conquista para o meio ambiente brasileiro e para o ecossistema mundial.

Desde já, expresso os meus sinceros agradecimentos. 

Nome:

Cidade e Estado

Data

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Único entre as 27 Unidades Federativas brasileiras presente na 40ª Sessão do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), em Copenhague, Goiás quer adotar uma versão local do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e montar sua própria rede de preservação do Cerrado. As iniciativas têm uma motivação urgente: a maior parte do desmatamento se dá justamente no Cerrado, que superou a Amazônia como líder no passivo desde o início de 2011.

Pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) apontou que, em 2011, 6.418 km² de Floresta Amazônica foram devastados. No Cerrado, foram 7.415 km². Em 2012, o desmatamento na Amazônia caiu para 4.571 km², enquanto em áreas de Cerrado houve aumento para 7.653 km², especialmente provocado pelas atividades agropecuária e de produção de carvão vegetal. O Cerrado abrange oito Estados brasileiros e o Distrito Federal - Goiás é o único que tem 100% de seu território no bioma. 

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Goiás (Semarh) prefere não apontar o número do desmatamento no Estado porque haveria controvérsias sobre a estimativa. Mas estudo do economista Millades de Carvalho Castro publicado na página da Secretaria de Planejamento de Goiás na internet diz ter havido desmatamento anual de 1.493 km² no Estado entre 2002 e 2009. No período, 3,3% de áreas naturais de Goiás vieram abaixo. Até 2002, diz o estudo, 203,8 mil km² - 61,8% do Cerrado goiano - já tinham sido desmatados.

"O desmatamento cresce muito em Goiás porque o Estado ainda tem muitos ativos ambientais (áreas intocadas). Enquanto tivermos área agricultável e solo bom, teremos aumento do desmatamento", afirmou Jacqueline Vieira da Silva, titular da Semarh. "Mas precisamos correr. Ao proteger o Cerrado, protegemos a Floresta Amazônica, que dele depende."

O diálogo da Semarh com os grandes produtores de gado e de grãos, cujas atividades estão legalmente amparadas, tem sido franco e bom. Com os pequenos produtores ainda há dificuldade. A construção do cadastro estadual, em sua opinião, daria maior autonomia para a Semarh atuar especialmente nessa frente. O novo cadastro, que deve ser criado até o fim de dezembro, facilitaria a adoção de iniciativas da rede de proteção do Cerrado.

Plano

O governo federal atua com base no Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado). Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Cerrado responde por 5% da biodiversidade do planeta e é a mais rica região de savana do mundo. Até 2008, perdeu 204 milhões de hectares e 47,8% da cobertura vegetal.

Até 2002, foram desmatados 890,6 mil km². Nos seis anos seguintes, mais 85,1 mil km². O desmatamento é contabilizado como emissão de gases de efeito estufa, mesmo que não seja causado por queimadas. Parte do esforço brasileiro para cumprir seus compromissos de redução de emissões - entre 36,1% e 38,9% até 2020 - depende dos resultados do Cerrado.

 

Fonte: O Diário.com (31/10/2014)

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Lilian pequi (2)

O ISPN, juntamente com a Embrapa Cenargen, o WWF Brasil e dezenas de agricultores espalhados por todo o Cerrado, lançam em parceria o livro “Agricultores que Cultivam Árvores no Cerrado”. O livro descreve, em reconhecimento aos saberes locais, diversas técnicas desenvolvidas e aprimoradas por agricultores familiares para aumentar a quantidade de árvores de Cerrado nas propriedades rurais. Dessa forma, pretende-se estimular a conservação e a restauração dos recursos naturais e fortalecer a autonomia dos agricultores no uso de técnicas alternativas e adaptadas às condições locais.

 

Livro Agricultores que cultivam arvores - CAPAPara baixar gratuitamente o livro, clique aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Cerratinga

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bioma Cerrado é a segunda maior formação vegetal do Brasil, ocupando 25% do território nacional. Sua savana tropical é uma das mais ricas do mundo, com mais de 6 mil espécies conhecidas e catalogadas de aves, répteis, anfíbios, mamíferos e insetos. Para falar sobre o assunto, o Conexão Ciência recebe o professor da Universidade de Brasília (UnB), José Roberto Pujol Luz. Assista ao vídeo na íntegra pelo link: http://bit.ly/1yFOOsi

 

Fonte: Agrosoft (27/10/2014)

 

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Serão atendidos 75 municípios prioritários. Proposta é promover o desenvolvimento sustentável

Oficina com representantes dos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs) de oito estados com áreas de Bioma Cerrado (Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Maranhão) e mais o Distrito Federal, termina nesta quinta-feira (23). O tema é o projeto FIP (Forest Investment Program/Programa de Investimento na Floresta) relativo ao Cadastro Ambiental Rural (CAR).

O objetivo da oficina é apresentar a versão do projeto aprovada pelo Banco Mundial - responsável pela administração dos recursos, discutir os planos e procedimentos a serem adotados e a elaboração dos Acordos de Cooperação Técnica com cada unidade da federação.

O FIP é financiado pelo CIF (Climate Investment Funds/Fundo de Investimento no Clima) e tem como meta apoiar os países em desenvolvimento para reduzir o desmatamento, a degradação florestal e promover o manejo florestal sustentável.

“A meta final é reduzir as emissões de gases do efeito estufa”, explica do diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Gabriel Lui.

Quatro projetos

O diretor destaca que o Brasil tem quatro projetos no FIP e um deles é sobre o apoio aos estados com áreas de Cerrado para a implantação do CAR. A iniciativa busca aumentar a regularidade ambiental entre os imóveis rurais do Cerrado por meio de campanhas de divulgação e mutirões de cadastramento, além da elaboração dos Projetos de Recomposição de Área Degradada e Alterada (PRADAs).

O valor total do projeto FIP-Cerrado é de U$ 52 milhões, sendo U$ 32,5 milhões de empréstimo dos recursos do FIP junto ao Banco Mundial e U$ 17,5 milhões de contrapartida do MMA. Serão atendidos 75 municípios prioritários, definidos com base na lista do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado) e na indicação dos estados.

 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

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